sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dear love,

Como és intemporal, credo! Aposto que queres ocupar espaço num livro de ciências ou filosofia ou coisa do género, com uma nova teoria: teoria amorocêntrica. Consiste em defender que tu, o amor, ocupa o centro do universo e que tanto a Terra, como o Sol, como os restantes planetas do sistema giram em tua volta. Sinceramente é mesmo isso que eu acho.
Para onde quer que me viro, vejo-te a ti, só a ti, o que é incrível. E depois fico estupefacta ao ver que tanto fazes as pessoas andarem de sorriso na cara e com uma felicidade infindável, como fazes as pessoas chorar desalmadamente sem motivos aparentes. É espantoso a tua capacidade de fazer uma pessoa feliz num minuto e depois com umas simples palavras destruíres tudo o que construíste.
Enfim, parece que é este o ciclo da vida... As pessoas apaixonam-se, ou melhor, sentem atracções por uma pessoa com a qual se identificam, podem ter sorte ou azar e tudo se baseia nisso. Neste momento posso afirmar que estou bem sem ti, oh Sr. Amor, portanto vê lá se não me vens desiludir, sim? Faz uma pausa (com Kit Kat se quiseres)

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